Que o fanatismo político é uma realidade no mundo inteiro ninguém duvida. Mas que ele chegue às raias da loucura nem sempre temos visto. Mas pasmem meus amigos e leitores, aqui no Brasil estamos presenciando algo que realmente nos assusta.
Vamos aos fatos. Recentemente temos acompanhado os desdobramentos políticos e jurídicos em razão dos atos acontecidos no dia 8 de janeiro de 2023 em Brasília, quando um grupo tentou sublevar a ordem institucional em uma tentativa frustrada de derrubar o governo legitimamente eleito e tomar o poder.
Desde a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas urnas em 2022 os oposicionistas derrotados tentam a todo custo desestabilizar o governo com as mais estapafúrdias ações. Fake news, calúnias, tentativas de jogar o presidente norte-americano Donald Trump contra o Brasil, aplicando sanções contra ministros e autoridades brasileiras e taxando produtos nacionais. Isso tudo engendrado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e seu cupincha lá dos States, Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura militar João Batista Figueiredo.
De todas as bizarrices feitas pelos seguidores do ex-presidente presidiário, a mais recente foi em relação aos produtos de limpeza Ypê. Pasmem queridos leitores, a Anvisa fiscalizou a fábrica dessa empresa e detectou um lote de produtos com contaminação microbiológica, com presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode trazer sérios riscos para a saúde de quem tiver contato com esses produtos.
Os donos da empresa detentora da marca e dos produtos Ypê, doou para Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2022 R$ 1,5 milhão. Até aí tudo bem. Porém o que mais nos espanta é a insensatez dos seguidores do ex-capitão, pois, a partir do momento que a contaminação dos produtos Ypê começou a sair na mídia, um contigente enorme de bolsonaristas fanáticos começou a publicar vídeos enaltecendo os produtos da marca e alguns e até supostamente bebendo o detergente. E acreditem, até a ex-primeira dama Michele Bolsonaro entrou na onda de divulgação irresponsável dizendo em vídeo para o povo não deixar de usar os produtos da Ypê. O que a princípio era um problema sanitário, se tornou uma questão política e irresponsável colocando em risco a população.
A pergunta que fica é, onde vamos parar com tanta insanidade? O bolsonarismo virou uma doença, uma coisa bizarra e que precisa de uma avaliação mais criteriosa para entendermos esse fenômeno. Hospício ou cadeia?
Haroldo Mendes
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| A estátua "Don Colossus" permaneceu durante meses no ateliê do escultor Alan Cottrill, enquanto ele esperava o pagamento final © Eli Hiller |
IDOLATRIA - Não é um bezerro de ouro: pastor defende bênção de estátua dourada de Trump
Uma enorme estátua dourada do presidente Donald Trump, instalada em seu campo de golfe de Miami, não é um "bezerro de ouro" para ser adorado, assegurou nesta sexta-feira (8) o pastor que abençoou a polêmica figura durante uma cerimônia.
Financiada por empresários de criptomoedas e simpatizantes de Trump, a estátua de bronze de 4,6 metros de altura está revestida com um banho de ouro — o estilo favorito do presidente — e seu destino era incerto, já que seu criador esperou o pagamento final por meses.
Mas a gigante estátua de "Don Colossus", que mostra Trump erguendo o punho após sobreviver a uma tentativa de assassinato em 2024, foi finalmente inaugurada na quarta-feira, no Trump National Doral.
O pastor Mark Burns, um aliado do presidente que conduziu a cerimônia de consagração, antecipou-se a qualquer acusação de idolatria, algo expressamente proibido nos Dez Mandamentos.
"Permitam-me dizer claramente: isto não é um bezerro de ouro", escreveu Burns na rede social X na noite do dia da inauguração, em referência à imagem.
O "bezerro de ouro" aparece em um episódio do Antigo Testamento quando os hebreus, durante o êxodo do Egito, se dedicam a um culto centrado em uma imagem desse animal e provocam a ira divina.
No plano religioso, a expressão designa a idolatria, que é uma proibição fundamental tanto para os judeus quanto para os cristãos.
"Esta estátua não é sobre adoração. É sobre honra", disse Burns.
Mas muita gente não se convenceu, então Burns insistiu nesta sexta-feira.
"O que me assusta é a rapidez com que algumas pessoas compararam esta linda estátua [...] com um bezerro de ouro ou com a idolatria", escreveu Burns.
O apoio fervoroso entre muitos apoiadores de Trump suscita há anos acusações de adoração similar à de uma seita.
Alguns acreditam que o fato de ele ter sobrevivido ao ataque a tiros de junho de 2024 com apenas um ferimento na orelha foi um sinal de intervenção divina.
O criador da estátua, Alan Cottrill, disse à AFP nesta sexta que, após esperar meses pelo pagamento, finalmente recebeu o valor completo há duas semanas.
"No dia seguinte instalei a estátua na Flórida", afirmou. "E não, não fui convidado para a inauguração." (Fonte:AFP)
Em busca do voto evangélico, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, cumpriu agenda na capital paulista nesta segunda-feira (6). O senador visitou a sede da Assembleia de Deus Ministério do Belém, onde se encontrou com lideranças da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), uma das organizações religiosas mais influentes do país. Durante a visita, Flávio esteve com o presidente da instituição, pastor José Wellington Costa Junior, e com o presidente de honra, pastor José Wellington Bezerra da Costa.
O evento sediava uma reunião estadual voltada para obreiros e pastores da denominação em São Paulo. Flávio Bolsonaro acompanhou as atividades do evento, que reuniu lideranças vindas de diversas partes do estado. Ele participou de um momento de oração, recebendo as bênçãos do patriarca de honra da Assembleia de Deus Pr. José Wellington Bezerra da Costa.
Essa aproximação com a CGADB é considerada estratégica, já que a entidade representa uma parcela significativa de ministros e fiéis em todo o país. A visita do senador ao Ministério do Belém mostrou a importância das grandes instituições religiosas no cenário político atual. Flávio encerrou sua participação no evento após dialogar com os líderes sobre temas de interesse comum, consolidando sua presença junto a um dos pilares de sustentação de sua plataforma política.
Entretanto, nos bastidores alguns pastores têm cobrado uma ação mais efetiva da família Bolsonaro em relação aos evangélicos, uma vez que desde 2018 a família tem tido o apoio de muitas grandes igrejas e elas, segundo fontes, quase não tiveram retorno das benesses do governo Bolsonaro.
Fica uma pergunta que não quer calar, até onde é legítimo ceder os púlpitos das igrejas para políticos fazerem campanhas e até onde é lícito uma denominação religiosa se comprometer com política partidária. Que o leitor evangélico ou católico reflita sobre isso. (Da Redação)
Neste ano teremos eleições majoritárias. Iremos eleger o Presidente da República, governadores, deputados federais, estaduais e senadores.
O ano nem bem começou e a polarização já se apresenta forte. E ainda estamos presos à equação Lula X Bolsonaro, embora o ex-presidente esteja preso e inelegível, contudo o seu legado tenebroso permanece nos seus seguidores e no escolhido para substituí-lo nas urnas, o filho zero 1, senador Flávio Bolsonaro.
Parece que não existe outra alternativa para disputar as eleições a não ser esse trágico embate de sempre.
Porém, minha preocupação maior é com relação à Igreja Evangélica, leia-se a ala fundamentalista e conservadora que apóia Bolsonaro desde 2018.
Já temos informações de que Flávio Bolsonaro, candidato escolhido pelo pai, já anda participando de cultos evangélicos e se apresenta como pré-candidato, atacando a esquerda e como sempre, espalhando fake news.
Estamos ainda em janeiro e muita água ainda vai rolar debaixo da ponte. Eu tenho certeza, muitos irmãos de igreja, serão discriminados e até expulsos de congregações mais radicais. As amizades serão desfeitas e até nas famílias haverá atritos e brigas. Tudo por causa do radicalismo e do fanatismo político.
Vamos orar a Deus para que tudo transcorra dentro da normalidade e que haja paz entre o povo de Deus.
Haroldo Mendes - Jornalista
Tenho acompanhado pelo noticiário os desdobramentos da prisão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. E como todos sabem, Bolsonaro foi o presidente predileto de uma grande parte dos evangélicos brasileiros, inclusive, chegando às raias do fanatismo idolátrico.
Pois bem. Com a condenação e a recente prisão preventiva do ex-presidente, fato esse ocorrido dentro do devido processo legal e com plena liberdade dos seus advogados em recorrer às instâncias cabíveis. Gostando ou não, o fato é que Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília por haver violado a tornozeleira eletrônica (Bolsonaro já cumpria prisão domiciliar por descumprimento de ordem judicial e por isso usava o equipamento) e sob suspeita de tentar fugir para alguma embaixada sediada em Brasília.
O Brasil inteiro sabe os crimes pelos quais o ex-mandatário brasileiro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Os crimes a ele imputados pelo STF foram:
Organização criminosa armada: 7 anos e 7 meses
Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito: 6 anos e 6 meses;
Golpe de Estado: 8 anos e 2 meses;
Dano qualificado pela violência e grave ameaça: 2 anos e seis meses de detenção e 62 dias multa;
Deterioração de patrimônio tombado: 2 anos e 6 meses de detenção e 62 dias multa.
Bolsonaro contratou a peso de ouro os melhores, mais competentes e mais caros advogados do Brasil e mesmo assim, eles não foram capazes de livrá-lo da cadeia. Isso prova a gravidade e a culpabilidade de Jair nas ações criminosas a ele imputadas.
Diante do exposto, fica difícil acreditar que ainda haja pastores e fiéis evangélicos de um modo geral, que ainda defendam o ex-presidente e o tenham como inocente, mesmo com o farto volume de provas incontestáveis, resultado de minuciosa investigação da Polícia Federal e do Ministério Público.
É preocupante que a Igreja Evangélica tenha tomado uma posição político-partidária em defesa da extrema-direita, representada até então pelo condenado e hoje apenado, Jair Messias Bolsonaro.
Igreja e Estado, fé e política partidária, não devem andar juntos. Essa promiscuidade traz grandes prejuízos não somente para a Igreja de Cristo, mas também para toda a sociedade.
Oremos por um Brasil livres dessas amarras e que a democracia prevaleça em todos os sentidos em nosso país.
Haroldo Mendes - Jornalista
O texto doutrinário examina diversos títulos atribuídos à Maria e adverte contra o uso de alguns, como “Corredentora” e “Mediatriz”.
O Dicastério para a Doutrina da Fé publicou nesta terça-feira (04) a Nota Doutrinal “Mater Populi Fidelis” (A Mãe do Povo Fiel, em português), aprovada pelo Papa Leão XIV, esclarecendo os títulos atribuídos à 'Virgem Maria' e reafirmando a centralidade de Cristo na obra da salvação.
O documento reconhece títulos como “Mãe dos Fiéis”, “Mãe Espiritual” e “Mãe dos Crentes”, que expressam a maternidade espiritual de Maria, mas rejeita o uso do título “Corredentora”.
O comunicado oficial considera que o termo “Corredentora” pode gerar confusão, sugerindo que Maria teria um papel igual ao de Cristo na redenção.
A Nota enfatiza que Jesus Cristo é o único Mediador e Salvador, e que Maria coopera de forma singular, mas sempre subordinada.
TEOLOGICAMENTE PROBLEMÁTICAS
Também é abordado o termo “Mediadora”, que pode ser aceito em sentido restrito, indicando intercessão, mas não como fonte independente de graça.
O título de Corredentora, por sua vez, é considerado inoportuno e inconveniente. O título de Medianeira é considerado inaceitável quando assume um significado que é exclusivo de Jesus Cristo, mas é considerado precioso quando expressa uma mediação inclusiva e participativa que glorifica o poder de Cristo.
“A declaração bíblica sobre a mediação exclusiva de Cristo é conclusiva. Cristo é o único mediador”, afirma a Nota.
A decisão busca evitar interpretações equivocadas na catequese e na devoção popular, além de favorecer o diálogo ecumênico com outras tradições cristãs, que rejeitam títulos como “Corredentora”.
O documento relembra que o Concílio Vaticano II e papas anteriores já haviam evitado definir esse título como dogma.
A Nota Doutrinal, aprovada pelo Papa em 7 de outubro, é assinada pelo prefeito, cardeal Víctor Manuel Fernández, e pelo secretário da Seção Doutrinária do Dicastério, Monsenhor Armando Matteo.
Fonte: Vatican News
A Professora universitária Jacqueline Muniz vem sofrendo ameaças após criticar a operação desastrosa da polícia do Rio de Janeiro nos Complexos do Alemão e Penha. Jacqueline é socióloga e professora da UFF.
Em entrevista à Folha de São Paulo a professora disse que "Há três décadas a cidade usa a guerra contra o crime para ganhar a eleição. Foi marketing político, uma cloroquina para a segurança e deve, sim, fortalecer o bolsonarismo para o próximo ano".
Jacqueline pediu ingresso no programa criado em 2019 que oferece proteção a pessoas ameaçadas em razão de sua atuação na defesa dos direitos humanos. O pedido foi protocolado pelo gabinete do vereador Leonel de Esquerda (PT),que coordena a Comissão de Favelas da Câmara Municipal do Rio, e pelo advogado Carlos Nicodemos, conselheiro do Conselho Nacional de Direitos Humanos.
Em suas redes sociais Muniz relatou que chegou a ser fotografada enquanto almoçava em um restaurante. As imagens foram publicadas acompanhadas de ofensas e comentários incitando violência. "Dá uma pedrada nela. kkkk", escreveu um usuário.
A antropóloga afirma que as ameaças foram estimuladas por postagens de parlamentares bolsonaristas, entre eles os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO).
A UFF divulgou nota de solidariedade à docente no domingo (2), classificando os ataques como tentativas de intimidação e reafirmando seu compromisso com a liberdade acadêmica.
(Da Redação)
Assista o vídeo com os jornalistas Haroldo Mendes e Gérson Siqueira
O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara e deputado federal Sóstenes Cavalcante, com dor de cotovelo e possivelmene morrendo de inveja, se manifestou contra a possível indicação de Jorge Messias para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro Barroso, aos 67 anos deixou o Supremo por aposentadoria antecipada. Ele ainda poderia permanecer na Corte até os 75 anos, idade-limite prevista pela Constituição.
Sóstenes argumentou que os evangélicos de esquerda representam uma parcela muito pequena da população evangélica. “Evangélico de esquerda representa 5% dos evangélicos. Caso Lula o indique, estará escolhendo um esquerdista evangélico. Evangélicos esquerdistas não chegam a 5% do total”, disse.
Jorge Messias, terrivelmente evangélico e de esquerda
Jorge Messias é membro da Igreja Batista e atualmente ocupa o cargo de advogado-geral da União, na Advocacia-Geral da União (AGU). Ele foi escolhido para integrar o primeiro escalão do terceiro mandato do presidente Lula em dezembro de 2022, às vésperas da posse.
Além de Sóstenes, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também criticou a possível indicação de Messias ao STF. “Ele não está sendo indicado por ser evangélico, mas por ser um jurista de esquerda, membro do grupo Prerrogativas e homem de confiança do presidente Lula. Ele é desconhecido do segmento evangélico”, afirmou.
Esta será a terceira vez que o presidente Lula realiza uma indicação para o STF desde 2023. Anteriormente já haviam sido indicados e aprovados pelo Senado o atual ministro Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Além de Jorge Messias, outros nomes cotados para a vaga no STF incluem Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), e Vinícius de Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU). Contudo, entidades da sociedade civil têm cobrado do presidente Lula a indicação de uma mulher para a Corte.
(Fonte: Estadão)
O ex-deputado Eduardo Cunha promoveu um grande evento em Belo Horizonte na noite de segunda-feira (29/10) para marcar o lançamento da Rádio 89 Maravilha FM, seu novo projeto de mídia. Um “Culto de Ação de Graças” foi realizado no BeFly Hall, na Savassi, reunindo um grande público e lideranças evangélicas, como o pastor e deputado Marco Feliciano.
O principal atrativo promocional do evento foi o sorteio de um carro Hyundai HB20 0 km para os participantes que se cadastraram previamente.
Sorteio de um carro 0 km no evento
O encontro, que teve entrada gratuita, funcionou como o pontapé inicial da nova emissora, que terá uma grade voltada para o público evangélico de BH. O evento atraiu um público expressivo, mas não houve divulgação oficial do número de participantes pela organização.
Com ingressos esgotados, o show foi considerado um sucesso de público, reunindo fiéis e ouvintes da emissora, que chegou com uma programação forte, inclusive com esporte.
O sorteio do veículo, com certificado de autorização do Ministério da Fazenda, foi o grande chamariz nas redes sociais para garantir a presença do público.
BOLSONARO CONDENADO A 27 ANOS E TRÊS MESES DE PRISÃO POR TRAMA GOLPISTA - Por 4 votos a 1, Supremo considerou ex-presidente culpado de liderar organização criminosa para se manter ilegalmente no poder. Outros sete réus, incluindo militares, também foram condenados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (11/09) o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
A decisão, que foi inédita na história do judiciário brasileiro ocorre dois anos e oito meses após os atos dos manifestantes que depredaram os prédios da Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Quatro ministros da Primeira Turma do STF entenderam que Bolsonaro foi responsável não apenas por insuflar seus apoiadores a rejeitarem o resultado das urnas, mas também por liderar um plano orquestrado para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras autoridades, propagar desinformação sobre o sistema eleitoral, instituir uma intervenção militar e se manter no poder após sua derrota na eleição presidencial de 2022.