Assista o vídeo com os jornalistas Haroldo Mendes e Gérson Siqueira
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A INSANIDADE TOMOU CONTA DO BOLSONARISMO
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Quando a Igreja decide se envolver diretamente com política partidária, ela se expõe e acaba abrindo brechas para críticas, divisões e escândalos. Ao misturar altar com palanque, corre-se o risco de comprometer a essência do Evangelho e de confundir a mensagem da cruz com interesses humanos.
ResponderExcluirO Evangelho que prego é o Evangelho de dentro da igreja, o Evangelho da transformação espiritual, da santificação e da vida em Cristo Jesus. Nossa luta não é contra carne e sangue, mas é espiritual. O foco da Igreja não deve ser disputar poder, mas ganhar vidas para o Reino de Deus.
Nós fomos chamados para anunciar Cristo crucificado, ressurreto e salvador. Quando a Igreja mantém o seu lugar — no altar, na oração e na pregação da Palavra — ela permanece forte, pura e relevante.
Por isso, creio que o melhor para nós, que servimos ao Senhor, é nos dedicarmos à pregação de Jesus Cristo, à comunhão e à vida no Espírito, sem permitir que questões políticas desviem nossa missão principal.
Nosso chamado é anunciar o Reino de Deus — e esse Reino não é deste mundo.